sábado, 3 de fevereiro de 2018

COMO UM SUICÍDIO ATROZ...





Como um suicídio atroz
e repugnante,
assim é o artista que abandona a sua arte.

O dom impõe-se e deve impor-se,
cada vez com mais força,
até colher a sua obra
como se a colhesse com a foice.

O ARTISTA tem o dever excelso
de fazer a sua obra viver...

E se não o fizer,
será como um pesado alcatraz
que quer levantar voo e não pode.



Rainer Sousa



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